Translate

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Detetive Brown: Era uma vez (Parte 2)


Meu nome é Adam Brown e eu sou um detetive particular. Eu acabei de concordar com James Marshal que iria trabalhar em conjunto com a polícia de Detroit para resolver um caso de sequestro. Quatro meninos, que sumiram no mesmo dia. Já faz uma semana que a polícia está no caso e não encontraram nenhuma pista. James me contou que o prefeito concordou em pagar pelos meus serviços, caso eu aceitasse trabalhar em conjunto com os policiais. Não concordei por causa do dinheiro, mas porque esses meninos precisam de ajuda e rápido.

Ao chegar na delegacia eu começo a me lembrar dos bons tempos que tive aqui com o meu parceiro James Macgarath. Jimmy, como eu gostaria que você ainda estivesse aqui... Se ele ainda estivesse vivo, ele já teria encontrado esses garotos. Se você puder me ouvir Jimmy, espero que você possa me perdoar pelo o que eu te fiz. Ao entrar no prédio, já posso sentir os olhares de reprovação. Nenhum deles me queria naquele lugar e eu não queria estar ali. Eles começam a cochichar entre si, provavelmente questionando o motivo de eu estar ali, mas não importa. Continuo caminhando em direção a sala de Marshal, até ser interrompido pelo Steven Huges. Droga! Nota mental: Tentar não bater no babaca.

- Olha só quem voltou para ser preso!- disse Huges com um tom irônico.
- Huges, saia do caminho, por favor. -Tentei não manter contato visual para evitar irritação- Eu preciso falar com o delegado.
- Ha, o único lugar para aonde você vai é para a cadeia!
- Sob qual "acusação"?
- Nenhuma em específico, eu só quero prender você, seu monte de merda insolente! -Ele estava tentando provar alguma coisa para os outros policias, só não sei o que.
- Olha, Huges, se você tem um problema, esse problema é seu e somente seu! -Levantei meus olhos e o encarei- Então me faça um favor e guarde a sua estupidez para si.
- RRRRAAAAAAAHHHHH!!

Depois de gritar, ele tenta me socar. Que previsível. Eu me esquivo, ele erra o soco e cai no chão feito um idiota. Ele se levanta e começa a me xingar de todos os nomes possíveis. Eu não prestei atenção, dei de ombros, me virei e voltei a caminhar em direção ao escritório de Marshal. Os outros policiais tentam acalmar Huges, mas eu sei que não vão conseguir. Ele só ficará em paz quando conseguir me matar. Ao chegar no escritório de Marshal -que havia me deixado na padaria antes de vir para seu local de trabalho- bato na porta e entro.

- Entre Adam, por favor.
- Você sabia que era eu por causa da gritaria lá fora, não é?
- Quem mais consegue tirar o Detetive Huges do sério além de você? -disse Marshal com um tom irônico- Mas isso não importa. Eu imaginei que ele te trataria assim, contudo, o que de fato me surpreendeu foi você ter conseguido manter a calma.
- Você mesmo disse, "é bom ver que algumas coisas mudam". Bem, podemos deixar essa conversa de lado e começar a falar sobre o caso?
- Sim, sim. Bom, a situação é a seguinte...

Marshal me explicou que os meninos que sumiram, Jeff Graham, David Johnson, George Bilboard e Carl Kraven, estudam na mesma escola. Eles desapareceram, no mesmo dia, na mesma hora. Sequestrar quatro meninos ao mesmo tempo não é uma tarefa fácil. Nota mental: é bem provável que esse sequestro estivesse sendo planejado há algum tempo. Jeff, David, George e Carl tinham treze, doze, catorze e treze anos respectivamente. Marshal também disse que de acordo com os professores e colegas de classe eles não se falavam muito. Então por quê eles seriam sequestrados juntos? Nota mental: as vitimas DEVEM TER algum tipo de ligação, procure essa ligação! J. Marshal me disse que eles entrevistaram os pais, mas que não conseguiram muita coisa deles. Bom, devo dizer que eu não estava esperando que quando ele disse que não tinha pista nenhuma, ele realmente não teria pista nenhuma.

- Obrigado James, acho que já sei por onde começar! Agora, se você me da licença, eu vou tentar achar esses garotos.- Me virei, mas antes de sair pela porta, Marshal me chamou.
- Espere Adam, você se lembra das condições do prefeito, certo?
- James, eu não vou fazer uma parceria com ninguém!
- Se você não fizer, eu vou ter que te proibir de prosseguir com essa investigação.
- James...
- Eu estou falando sério Adam!-Marshal engrossou o tom de voz- Isso não é um jogo! Se você não cooperar, não vamos poder ajudar aqueles meninos.

Eu suspiro. Penso nos meninos que estão perdidos e querem voltar para casa. Penso na minha pequena Jessie, a minha grande guerreira. Jessie gostaria que eu ajudasse esses meninos, na verdade, ela ficaria nervosa se eu não o fizesse.

- OK James, você venceu. Onde está o meu "parceiro"?
- Ele está no lado de fora da delegacia, te esperando na viatura. Ele é novo aqui, mas tem mostrado um grande potencial. O seu nome é  Daniel Almeida, ele será um grande detetive algum dia, por isso achei que seria legal ele aprender com você.
- Que comovente...
- Eu estou falando sério Adam! Esse garoto tem muito potencial, então não seja grosseiro.
- Vou ver o que posso fazer.

Um novato, não acredito que Marshal fez isso comigo! Pelo menos não vou ter que fazer parceria com Huges. Eu saio da sala de J. Marshal e me ponho a caminhar para fora. Ouço Huges resmungar alguma coisa, preferi não dar atenção e continuar meu caminho. Quando eu chego no lado de fora, vejo o jovem e percebo que ele foi o policial que me abordou depois que eu sai da delegacia, depois de resolver o caso da menina Elizabeth. Eu entro no carro e ele parece animado.

- Sr. Brown, é uma honra poder participar de um investigação com o senhor! Eu espero ser muito útil para...
- Olha, Almeida...
- Daniel, me chame de Daniel, por favor!
- OK, Daniel, as coisas vão funcionar da seguinte forma: quando eu falar para você fazer, você faz! Você não faz perguntas sobre a minha maneira de trabalhar, entendeu? Eu não faço as coisas da mesma maneira que Marshal faz, portanto você ouve, presta atenção, observa e aprende, entendeu?
- ...
- ENTENDEU?
- Entendi...
- Muito bem, agora nós vamos para o meu escritório pegar o meu carro. Essa viatura não é nada discreta. Vamos lá pegar o meu carro e depois vamos para a escola dos meninos desaparecidos.
- Sim, senhor.

Não quero ser injusto com esse menino, mas depois da morte de Mcgarath, não quero pensar na ideia de ter um parceiro, por isso não quero que ele se simpatize comigo. De qualquer forma, está na hora de conseguir algumas respostas, está na hora de ir para a escola!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Em minha mente, um mundo diferente.

Bom dia pessoas, como vão vocês? Eu espero que vocês estejam bem. Ei, vocês sabia que "Daniel" escrito ao contrário fica "Leinad"? Interessante, não é? Pois é, eu sei que não. De qualquer forma eu queria compartilhar isso com vocês (não sei porque).

No dia 14 deste mês de fevereiro, o blog faz 4 meses. Legal, não é? E nesse tempo todo, eu falei muito pouco sobre mim. É claro que eu expus a minha opinião e compartilhei minhas ideias com vocês, mas não falei sobre quem eu sou de forma mais aprofundada. Eu acho que está na hora de mudar isso, e vou começar da maneira mais simples possível.

Meu nome é Daniel Gallante Reis, eu tenho 18 anos, acredito em Jesus Cristo como meu único e suficiente salvador, tenho 1,74 metros de altura (eu acho), gosto de filmes, revistas em quadrinhos, conhecer novas pessoas, rever velhos amigos, conversar com pessoas que são extremamente importantes para mim, ficar em casa jogando video game, jogar jogos com meus amigos e família e muitas outras coisas que não consigo pensar agora. Uma das coisas que me lembro de acontecer, desde da época em que eu não sabia escrever direito, é de pessoas fazendo brincadeiras e piadas com o meu sobrenome "Gallante". Eu vou ser sincero, eu gosto do dele, mas eu não esquecer das minhas professoras chatas e sem graça que sempre faziam a mesma piada sem graça...

- Hora da chamada, meus alunos. Alexandre Lima?
- Presente.
- Alice Romenia?
- Presente.
(Alguns nomes depois...)
- Daniel... Espera ai... É isso mesmo?(risos) Quem é "Daniel Gallante Reis"?
- Sou eu professora...
- Você... Então que dizer que você é... "Gallanteador"? (Riso histéricos)

Sim, eu aguentava essa piada toda vez que mudava de sala, escola ou era apresentado a uma pessoa um pouco mais velha. Sempre foi uma droga. Teve até uma época que eu queria mudar de nome pra poder evitar essa piada. Melodramático de mais? Talvez, mas eu estava de saco cheio de ouvir sempre a mesma coisa. Felizmente, o tempo passou e eu aprendi a gostar muito do meu nome. Infelizmente, ainda existem pessoas que fazem piada com ele, mas eu aprendi a lidar com isso. :D

Bom, como alguns de vocês devem ter percebido, eu gosto de fazer brincadeiras e piadas. Se você não percebeu: eu gosto de fazer piadas! Não garanto que elas serão engraçadas, mas tento ser uma pessoa animada. Gosto da ideia de que a vida pode ser alegre e cheia de esperança.

Sabe, quando eu comecei a escrever o blog, eu não tinha ideia que conseguiria ter tantas ideias para textos e histórias. Uma das coisas que mais me surpreendeu, foi o fato de ver que, grande parte das minhas ideias que postei, grande parte de vocês pareceu concordar (ou pelo menos achou o texto legal). Eu queria fazer um blog a muito tempo atrás. Não tenho certeza, mas eu acredito que fazia uns 2 anos que eu dizia para mim mesmo "eu vou fazer um blog, e vai ser legal!". Em novembro do ano passado, eu tinha acabado de chegar do trabalho, cansado por causa do trânsito de São Paulo (ainda assim, eu continuo amando essa cidade!) eu deitei no sofá e liguei o computador para dar uma olhada no meu e-mail e resolvi dar uma limpada nele, tirar tudo o lixo que tinha por lá. Foi lá, revirando o meu lixo virtual que eu encontrei um rascunho de um texto que eu tinha escrito para o meu "futuro" blog. Na época em que eu escrevi esse texto, eu queria criar um blog, mas não o fiz. Contudo, depois de ler o meu texto, eu me senti motivado e decidi: de hoje não passa! E naquele mesmo dia, eu criei o Em minha mente, um mundo diferente. Legal, não é?

Todavia, essa vontade de fazer um blog não veio da vontade de que outros pudessem me admirar e nem nada, por que se fosse, eu estava lascado! Eu já disse em outros textos, e vou dizer de novo: eu gosto de conversar, falar e expressar as minhas opiniões e ideias! E esse foi o verdadeiro motivo deste blog ter sido criado! É claro que eu me animo e fico feliz quando vocês demonstram que concordam com minhas opiniões, mas eu estou fazendo uma coisa que me anima e esse é o principal.

Eu gosto do jeito que sou, mas tem coisas que eu preciso mudar. Eu quero ser um homem melhor e quero ajudar os outros a serem melhores também. E foi dai que surgiu o nome do blog. Eu quero ajudar a todos e gostaria de resolver todos os problemas, mas tudo que posso fazer é ajudar uma pessoa por vez, e juntos podemos transformar o mundo.

Esse é o texto pessoas, espero que vocês tenham gostado, até a próxima.
Be Blessed

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Detetive Brown: Era uma vez.

Meu nome é Adam Brown, e eu sou um detetive particular. Faz um mês desde o caso da menina Elizabeth Gray, desde então, eu tenho resolvido casos menores que tem vindo para meu escritório no decorrer dos dias. Parece que a imprensa fez questão ir atrás de descobrir que realmente resolveu o caso e alguém falou meu nome. Isso não é a cara de James, ele não costuma ir contra uma orientação direta do prefeito. Talvez tenha sido alguém que estava me acompanhando... Não importa, já aconteceu. Pelo menos estou trabalhando mais.

Ouço um barulho de motor na rua, mas não é um motor qualquer. É o som do motor de um V8 em um Camaro 96 customizado. Olho pela janela e vejo a maquina pintada com um azul fosco, com certeza é o James Marshal. Será que ele veio me pedir para entrar na polícia de novo? Não sei, talvez. Ouço ele bater na porta.

- Pode entrar. Seja bem vindo James, no que posso te ajudar?
- Como você sabia que era eu? -perguntou ao entrar.
- Quem mais tem um Camaro 96 customizado além de você nessa cidade?
- Ha! Verdade. Posso me sentar?
- Claro! Quer um copo de whisky?
- Por favor. Você não vai tomar também?
- Parei de beber a alguns anos atrás.
- Ha! É bom ver que algumas coisas mudam. Um brinde às mudanças boas!
- Por que você veio me visitar James? Depois de todos esses anos que eu sai da polícia, essa é a primeira vez que você vem me visitar.
- Bom, nem tudo muda... Você continua sendo direto, então também serei. -seu rosto amigável agora se tornou em rosto amargo e preocupado- Preciso que você venha comigo.
- Você veio só pra me prender de novo?
- Não! Olha, é uma situação delicada... Preciso que você me ajude a investigar um caso de sequestro.
- Outro sequestro? Depois de todo o trabalho que tive no caso da Elizabeth, você quer que eu me envolva com outro caso de sequestro?
- Antes de recusar, ouça-me. Dessa vez, temos quatro garotos sequestrados, todos no mesmo dia. Já faz uma semana que eles sumiram e não temos nenhuma pista para seguir. Eu... Eles, precisam da sua ajuda.
- James, eu...
- Eu já conversei com o prefeito -disse ele me interrompendo- e ele concordou em te pagar, caso você nos ajude a resolver esse caso.
- James...
- Por favor, eu estou desesperado! -ele me interrompeu mais uma vez- Você é um dos melhores detetives que eu já vi, por favor...

Eu respirei fundo. James não costuma implorar, não importa a situação. Acho que ele realmente está desesperado. Eu olho no fundo do olhos dele e digo:

- James, você sabe a minha disposição de ajudar não depende do dinheiro, -eu suspiro mais uma vez- então você pode ter certeza de que eu vou te ajudar.
- Ah, obrigado Adam! -sua animação ficou evidente- Eu...
- Mas isso não significa que eu vou voltar para a polícia! -interrompo ele- Você consegue entender isso?
- ... Sim Adam, eu entendo -sua animação já não é mais a mesma-  Bem, vamos. Precisamos resolver alguns detalhes antes de você poder realmente começar a sua investigação.

Antes de entrar no seu carro e dirigir para a delegacia, ele me disse que o prefeito tinha algumas condições com relação ao meu trabalho conjunto com a polícia. Primeiro: Eu preciso ter um parceiro que seja um membro efetivo da força policial. Droga. Eu não queria ter de trabalhar com outro parceiro depois do que aconteceu com James Mcgarath. Jimmy era um cara legal, ele não merecia ter morrido daquela forma. A culpa é toda minha. Só concordei com a ideia de trabalhar com um outro parceiro por causa da necessidade de encontrar esses garotos. Segundo: Se o caso terminar bem, o crédito da resolução do caso vai para a policia. Caso contrário, a culpa será minha. Ha, claro que será culpa minha. Sempre é. Não importa agora, esses meninos precisam de mim, e eu não vou desaponta-los.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

What love is to me?

Bom dias pessoas, como vão vocês? Se eu não me engano, eu estou em divida com vocês em relação a um tema. LOVE. Se ainda não ficou claro, eu quero falar de amor (Ba dum tss).  Eu quero deixar claro que as palavras que irei escrever nos próximos parágrafos reflete a minha opinião pessoal que foi um resultado de experiências próprias e, também, da maneira que fui criado. Dito isso, acredito que tudo que precisava ser dito previamente, foi.
Agora, falando de maneira honesta, o amor, para mim, é tudo. Eu já passei por muitas coisas que me deixaram triste, e que também me deixaram feliz. Não quero contar o que aconteceu, mas quero contar o que aprendi.

A primeira coisa que eu aprendi é que não existe apenas amor entre pessoas que se dizem estar em um relacionamento amoroso. Existe também amor de irmão. Como eu disse no meu outro texto, amar alguém como um irmão é confiar que essa determinada pessoa, não vai te abandonar. Não hoje, não amanhã e nem nunca. Confiar, de forma verdadeira, nos dias de hoje é muito difícil, mas não impossível. Todos nós temos alguém que contamos nossos segredos e confiamos com todas as nossas forças, até que chega um dia e essa suposta "irmã" te trai de uma forma que você jamais imaginou ou esperou. E o que você faz? Fecha o seu coração com medo de se machucar de novo. Contudo, ao meu ver, quando se quer amar, é preciso estar pronto para se machucar! E isso me leva a segund
a coisa que aprendi.

Para se amar alguém, de verdade, você precisa abrir o seu coração. "Mas eu não vou me machucar?", talvez, não posso prometer que não. Sabe, eu gosto de me comunicar com as pessoas. Gosto de conversar e partilhar experiências minhas e eu já me machuquei muito. Quando eu falo em "abrir o seu coração" o que eu espero que vocês entendam que não estou pedindo que vocês contem os seus segredos para todas as pessoas novas que virão a conhecer, mas que estejam dispostos a conversar com pessoas novas e gerar novas amizades  e deixar que outras pessoas façam parte da sua vida. Se fechar para o mundo externo, nunca é a resposta.

A terceira coisa que aprendi é que existe uma diferença clara entre paixão e amor. A paixão pode ser a "chama" inicial que acende a fogueira de um relacionamento, contudo, o amor é a "pessoa" que continua colocando lenha para manter a fogueira acesa. A paixão, pode sumir no primeiro sinal de problema. Vamos supor o seguinte: Você tem um amigo e vocês não passaram por nenhuma situação difícil antes. Em um belo dia, o pai dessa pessoa morre. A pessoa passa por semanas de sofrimento pela morte do pai. Sinceramente, o que você faria? Apoiaria a pessoa na primeiras semanas, conversaria com ela e tentaria apoiar-la. Contudo, ela continua se sentindo mal com o passar das semanas. Já se passou mais de dois meses e você tenta apoia-la, mas você começa a se afastar dela porque você não suporta toda essa "negatividade" e por fim, para de falar com a pessoa? Ou você apoiaria, faria um esforço a mais para tirar ela daquela situação? Um exemplo? Passar a noite inteira ao lado dela, não para falar sobre superação apenas, mas para, simplesmente, estar lá. Estar ao lado do seu amigo. Tenho certeza que no primeiro momento, muitos diriam "Eu só faço a segunda opção! Eu não sou egoísta.", mas eu quero que você seja sincero consigo mesmo: é isso que você faria de verdade? A paixão pode ser facilmente apagada pelas dificuldades, mas o amor é capaz de suportar tudo. O amor, pode suportar tudo se for fundamentado em algo que possa sustenta-lo.

E essa é a quarta coisa que eu aprendi. No que deve ser fundamentado o amor? Ao meu ver, esses são os quatro fundamentos que devem existir: Confiança, Amizade, Dedicação e Amor Verdadeiro. Tudo está interligado e conectado. Se você não confia no que a pessoa, com quem você se relaciona, diz ou faz, como você vai ser capaz de contar seus segredos?  Como você vai contar os seus segredos se você não se esforça para entender pelo o que a pessoa está passando?  Se você não se esforça para entender, como você pode dizer "eu te amo", se não será totalmente sincero? Quando se ama de verdade a pessoa, você faz o possível para entender seus sentimentos, para que ela possa confiar em você a ponto de contar seus segredos, o que resulta na confiança mutua dos relacionados. Isso é amor verdadeiro.

Para concluir, uma das ultimas coisas que eu aprendi é a importância de saber esperar. "Esperar pelo que?", simples: esperar pelo momento certo. Todas essa coisas que eu aprendi, me ajudaram a amadurecer e entender muitas coisas e a minha conclusão foi: não adianta querer avançar no tempo se você não está pronto para o futuro e suas obrigações Assim como eu falei no meu último texto, eu errei, mas não quero mais errar. Eu me apaixonei por pessoas que nunca me fariam feliz, e me arrependi. Eu dediquei tempo, força e paciência em amizades que não me renderam nada em troca. Mas, por quê eu sofri com essas situações? Porque eu não soube esperar. O que eu estou fazendo atualmente? Sofrendo as consequências dos meus erros. De hoje em diante, eu vou esperar. Vou continuar aberto a novas amizades? Claro que vou! Estou pronto para deixar meu coração exposto? Claro que sim, mas isso não significa que vou apressar as coisas. Tudo tem seu tempo e seu momento. Quando finalmente conseguirmos entender isso, não  mais "sofreremos por amor". Não mais teremos de "aprender com os nossos erros". Não ficarei parado enquanto espero, mas não apressarei o futuro. Eu vou fazer o que precisa ser feito hoje, para que quando o tempo chegar, eu possa fazer o meu melhor. Eu vou me preparar para estar pronto quando o dia chegar, e eu vou estar pronto! E você?

Bom, pessoas, esse é o texto de hoje. Eu não sei qual é a posição de vocês em relação a esse assunto, mas essa é a minha. Eu espero que vocês tenham gostado do tema e do texto. Quem quiser acompanhar a página pelo Facebook é só clicar aqui. Se vocês tiverem alguma sugestão de tema, sintam-se livres para utilizar os comentários para sugerir. É isso ai, e até a próxima.
Be Blessed


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Lembro como foi o ontem

Olá pessoal, estou muito contente de poder usar um pouco do meu tempo para escrever minhas ideias e pensamentos. Pretendo deixar palavras que possam ajudar vocês. Pensei em uma apresentação formal, mas vamos lá... Em primeiro lugar me chamo Larissa e gosto de escutar muita música e entender a mensagem que ela quer passar, gosto de ler muitas histórias e me imaginar como o herói.

O tempo que passo escrevendo aqui me faz pensar de certa forma como falar com cada um de vocês e é exatamente sobre o tempo que quero falar, e lanço uma pergunta: De que maneira tem usado seu tempo?
Logo vamos parar para pensar sobre o que é tempo. Nada mais é do que momento onde desenrolam acontecimentos, seja no passado, no presente e o que será no futuro, é o seu tempo. 
Todos os dias somos bombardeados com notícias e atos que nos fazem entristecer e desistir de muitas coisas. Passamos por momentos que queremos apagar do nosso tempo e, muitas vezes, choramos por ter essas lembranças.

Precisamos desse tempo que vivemos no passado, pois dele, por mais que seja difícil, pegamos todas as experiências e transformamos em algo que nunca deve acontecer novamente. Mas, ainda mais que isso, precisamos do nosso tempo presente, porque é nele que vamos fazer do jeito certo. 

Reclamamos muito do tempo, só que o mesmo tempo que corre para você, também corre para todos. Quando o tratamos de uma maneira fútil, nós o ignoramos. Temos que descobrir o que o “TEMPO” é capaz de fazer em nossas vidas e dar importância a ele. E por mais que seja difícil, temos que aproveita-lo da melhor maneira. Tudo tem seu tempo determinado e não adianta querermos passar sem lidar com cada momento na nossa vida. Há tempo para todas as coisas e podemos e podemos aprender, extrair e frutificar independente do tempo que temos. 

O nosso tempo é esse e agora. Temos que nos livrar do que não é de valor e agregar o que é importante e aproveitar de uma maneira intensa.