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sábado, 19 de abril de 2014

Quem ouviu?

Já escutamos muitas coisas na vida, sejam palavras de amor ou de raiva, palavras que mostram nossos sentimentos de modo certo ou errado. Com certeza esses momentos nos fazem perceber coisas que às vezes nem paramos para pensar. Pensamos que as palavras não tem significado nenhum e que por isso podemos também sair por aí e falar o que bem entender. Como quando alguém já disse que certa pessoa era um inútil ou um “Por que você veio a esse mundo?”.
Palavras trazem felicidades, mas também trazem tristezas e magoas. Quando ouvimos algo que não gostamos somos machucados por essas palavras e desencadeamos ações e comportamentos que não vão nos levar a lugar nenhum. Mas como assim a lugar nenhum? Quer dizer então que eu devo esquecer algo de ruim que me foi dito?
Claro que sim, afinal esse tipo de sentimento só vai te fazer sofrer e guardar ainda mais ódio.
Mas então tudo o que certo alguém me disse eu tenho que esquecer e fingir que nada aconteceu? Como isso é difícil, eu sei disso muito bem, mas que benefícios vão trazer se ficar guardado esse tipo de sentimento? Não vão trazer nenhum, você só vai ficar ainda mais chateado com a pessoa.
Temos valor para esse mundo. Não deixe ninguém tirar a sua vontade de viver e menosprezar você. Somos capazes de realizar o que sonhamos, só de estar respirando somos parte da vida. Não coloque nenhuma limitação em você.
                   
                                                                                                    Grace and Mercy

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Detetive Brown: Era uma vez (Parte 4)

Meu nome é Adam Brown, e eu sou um detetive particular. Mais cedo o delegado de polícia James Marshal, veio até meu escritório para pedir a minha ajuda para solucionar um caso de "sequestro", mas para isso eu teria de ter um parceiro de dentro da policia. Aceitei as condições dele por estar preocupado com os meninos que desapareceram. O meu "parceiro" é novo na polícia e seu nome é Daniel Almeida. Tenho evitado me aproximar do jovem policial. Depois de Jimmy, eu não quero outro parceiro. Fomos até a escola onde os meninos foram "sequestrados" e não encontramos muita coisa. Aparentemente eles não foram sequestrados. Achei uma mensagem que estava no armário dos 4 meninos que dizia "Ela voltou. Precisamos nos encontrar na Batcaverna." e um menino da turma de um deles disse que viu os quatro -que supostamente não se conhecem- indo para o bosque em frente a escola juntos. Sem muitas opções, eu decido que é melhor tentar falar com os pais dos meninos afim de tentar descobrir alguma coisa.

O silêncio no carro é predominante. Daniel parece chateado com a situação. Coitado, ele parecia tão empolgado com a ideia de trabalhar em um caso comigo. Eu sinto pena dele. Acho que era assim que Jimmy me via. No início de nossa parceria, eu era só um garoto que tinha acabado de ficar noivo. Eu era tão ingenuo. Talvez o Daniel seja parecido comigo nesse sentido. Um garoto cheio de vida e cheio de expectativas. Quem sabe eu não deva tentar ser mais gentil com o garoto. O carro para.

- Chegamos. Essa é a residência dos pais de David Johnson. - Disse Daniel- Sr. Juan Johnson e Sra. Beth Johnson.
- OK, vamos lá.

O silêncio permanece. Ao ficar de frente a porta, eu bato e chamo os pais pelos nomes. A Sra. Johnson abre a porta e me surpreende.

- Pois não? Ah meu Deus, ele está bem? O que fizeram com o meu filho? - o tom de desespero era de arrepiar.
- Acalme-se Sra. Johnson, está tudo bem. Não encontramos o seu filho, mas logo o encontraremos.

Eu apresentei a mim e a meu parceiro e ela nos convidou para entrar. Conversamos um pouco, eu fiz algumas perguntas, mas ela não me deu nada de útil. Quando eu perguntei se o filho dela conhecia os outros meninos sequestrados, ela evitou contato visual e disse que o filho dela não conhecia os meninos. perguntei onde ele estudava antes de sua escola atual e ela respondeu "Escola Dr. Nathan Ghillmore". Tentei insistir na pergunta "O seu filho conhece os outros meninos sequestrados?", mas no momento em que eu o fiz, ela pediu que eu me retira-se de sua casa. O mesmo aconteceu nas casas dos pais de George e Jeff. A mesma pergunta "Pois não? Ah meu Deus, ele está bem? O que fizeram com o meu filho?", o mesmo tom de desespero, a mesma dificuldade de manter contato visual quando indagados sobre os seus filhos conheciam uns aos outros. Depois de passar pelas 3 casas, eu podia sentir que os meninos se conheciam, sim. Aparentemente, Jeff, George e David estudavam na mesma escola até o ano passado e por algum motivo, mudaram de escola. Será que eles sabem de alguma coisa? A próxima parada é a casa dos pais do Carl Kraven, vamos ver se ele também estudou nessa escola. O procedimento é o mesmo, eu bato na porta e chamo os pais pelos nomes, só que dessa vez os dois atendem a porta.

- V-vocês são da polícia? -alguma coisa os tinha assustado, e isso era perceptível.
- Na verdade não. Meu nome é detetive Brown e eu sou um detetive particular, eu estou fazendo uma investigação sobre o desaparecimento de seu filho.
- Por quê? -perguntou o pai.
- Eu... Eu perdi a minha filha. Eu sei como vocês se sentem. D-depois que ela se foi, jurei a mim mesmo que faria o possível para ajudar crianças desaparecidas.
- Oh...-disse o pai.
- Entre, detetive, por favor.-completa a mãe.

Daniel me olhou com uma cara de surpresa, mas manteve o seu silêncio.

- Sentem-se, por favor.-disse o pai- No que podemos ajudar os senhores?
- Eu gostaria de fazer algumas perguntas sobre o seu filho.
-Bom - o casal trocou olhares- podemos tentar responder as suas perguntas.
- Seu filho, Carl, é um estudante esforçado?
- Sim, claro que sim. -respondeu a mãe.
- Ele gosta de ler, escrever e já até planejou o que quer fazer na faculdade. -completou o pai.
- Por acaso, ele se dava bem com todos?
- Ele não tinha muitos amigos na escola, mas ele tinha muitos amigos aqui na vizinhança. -respondeu a mãe.
- Talvez ele não tenha gostado da ideia de ter mudado de escola, mas ele não demonstrava estar chateado com isso. -completou o pai.
- Qual era a escola em que ele estudava?
- Escola Dr. Nathan Ghillmore. -disseram os dois ao mesmo tempo.

Isso é interessante. Então os 4 meninos estudavam na mesma escola, mudaram de escola na mesma época, possuíam o mesmo bilhete em seus armários e foram vistos indo para o bosque juntos. Com toda a certeza eles se conheciam, mas por quê esconder isso?

- Sr. e Sra. Kraven, vocês ficaram sabendo que outros meninos foram sequestrados junto com o seu filho, certo?
- Sim...- concordou o pai.
- Vocês sabem me dizer se o Carl é amigo dos outros meninos sequestrados?
- Não. - a mãe desviou o olhar- não sei dizer.
- Mary, temos que falar a verdade -disse o pai para a mãe- talvez ele seja o único capaz de trazer o nosso filho!
- Mas John...-respondeu a mãe.
- A carta disse que não poderíamos contar nada para os policiais porque ele tinha contatos na policia que o diriam se nós avisamos a policia, mas eles não são da policia!
- Que carta? -perguntou Daniel.
- A que recebemos ontem. -respondeu o pai- por favor, salvem o nosso filho! Ele conhecia os outros meninos sim, mas nós não sabemos para onde eles foram e nem porque pegaram eles. Só ajude nosso filho... -o pai começou a se derramar em lágrimas.
- Sr. Kraven, -disse ao me ajoelhar- eu prometo que vou fazer o meu melhor para que o seu filho não sofra o mesmo destino que minha a filha sofreu.

Ele me abraçou e chorou por alguns minutos. Eles deixaram que eu desse uma olhada nas coisas do menino para ver se encontrava alguma pista que pudesse ajudar. Eles não sabiam, mas eu estava procurando por alguma coisa que pudesse me levar a localização da "Batcaverna" citada no bilhete encontrado nos armários dos meninos. Olho pelas coisas dele e percebo que a letra do menino corresponde a letra encontrada nos bilhetes. Ao revirar o seu guarda roupa, eu encontro uma foto dele junto ao os outros três meninos sequestrados, outros três garotos e uma menina em frente uma caverna... Uma caverna do bosque! Eu conheço a caverna, então eu me despeço dos pais, prometo mais uma vez que vou fazer o meu melhor e entro no carro com o Daniel.

- Vamos para o bosque, agora!
- Sim senhor. - ele dá a partida- sabe, eu devo desculpas ao senhor. Eu fui imprudente, agora que parece que temos um infiltrado na policia, não sei mais no que acreditar. -o tom de decepção era perceptível.
- Daniel, -disse com calma- precisamos achar esses meninos, depois nós iremos resolver esse problema na delegacia, certo?
- Certo.

Ele engatou a primeira e o carro saiu em disparada. Precisamos chegar até aquela caverna, EU preciso salvar aqueles meninos, em memória de Jessie. Quem será esse traidor na policia... Não sei, mas em breve irei descobrir.

terça-feira, 1 de abril de 2014

O mundo que você quer.

Bom dia pessoas, como vão vocês? Eu estava com saudades de escrever aqui no blog. De verdade. Tenho estado bem ocupado e por isso tenho tido pouco tempo para pensar em textos para o blog. Mas, então, um dia chegou e eu ouvi essa musica:
Primeiramente, eu gostaria de dizer que esses caras são demais! Eles são uma das minhas bandas favoritas. É claro que essa é uma versão acústica da música, então se vocês quiserem ouvir a versão original, é só clicar aqui. Coloquei esse vídeo por causa que a tradução já estava junto. Em segundo lugar, como
a maioria das músicas deles (por isso que eu recomendo intensamente que vocês ouçam a eles), está simples canção me fez pensar, "O que eu tenho feito?".

Eu já escrevi alguns textos com essa mesma temática, mas dessa vez, eu quero que vocês entendam o quanto cada mudança é importante. Um simples sorriso pode mudar o dia de alguém. "E dai?", vocês não se animam com a ideia de conseguir fazer alguém se sentir melhor? As vezes a pessoa está com a cara fechada porque ela tem se sentido sem valor nenhum e como se ninguém se importasse com ela. Como você acha que uma pessoa que se encontra nesse estado se sentiria com um "simples sorriso". Atos de carinho e afeto não custam nada, de verdade, não estou tentando enganar vocês. "Do que o mundo precisa?", de amor, de bondade, de fraternidade, de justiça, de honra, de paz e assim a lista continua.

Em outras palavras, do que o mundo precisa? O mundo precisa de mudança. Como disse minha colega bloggeira, Comece por mim primeiro, para depois começar pelos outros. É simples assim. Queremos que o mundo seja um lugar melhor? Precisamos ser pessoas melhores. Queremos que haja mudança? Sejamos a mudança. 

"A minha mãe precisa ser mais paciente.", seja mais paciente. "Mas você não conhece ela, Daniel! Ela é insuportável! Nada que eu faço é bom o bastante!", bom, nesse caso, resista e seja mais paciente. "Mas...", sem "mas"! Se você quer mudar o mundo, seja a mudança. A mudança não é rápida e nem imediata. Ela precisa de tempo e de constante cuidado para prosperar, crescer, se fortalecer e, só então, acontecer. Eu ainda quero mudar o mundo, e você?

Espero que vocês tenham gostado do texto, boa semana para todos.
Be Blessed