Bom dia pessoas, como vão vocês? Eu tenho postado muito menos do que eu gostaria, mas na correria do dia a dia, fica difícil de se ter ideias e disposição para colocar todas na ponta do lápis e hoje acho que o texto não será muito longo. Não vou expor nenhuma ideia, só vou contar uma coisa que aconteceu comigo hoje.
Gosto de ser gentil sempre que posso e consigo. Segurar a porta para as pessoas que estão vindo, dar bom dia, elogiar alguma roupa ou característica, demonstrar que me importo, esse tipo de coisa. Eu não sei como é em outras cidades, mas aqui em São Paulo o pessoal não tem o costume de praticar esse tipo de coisa. Claro, existem exceções, mas essas pessoas se encontram em um número muito menor do que os "rudes". Enfim, existem pessoas que tem bom humor e, no meu caso, hoje uma senhora foi simpática comigo.
"E dai? Por quê isso foi tão importante que te fez escrever um texto sobre isso?", simples, porque é gostoso sorrir "sem motivo". Eis o ocorrido: eu estava entrando no elevador e percebi que essa senhora estava vindo, segurei o elevador para que ela pudesse entrar, quando ela o fez ela agradeceu e sorriu. Naturalmente, eu sorri de volta e acenei com a cabeça. "Só isso?", só.
Entendam, eu tenho o costume de fazer isso -sorrir, elogiar e esse tipo de coisa- mas é muito difícil alguém retribuir. Sim, eu fiquei feliz por causa daquele sorriso. Eu estava de mau humor por causa do meu sono, mas ao sorrir, esse mau humor foi embora. Fiquei pensando se as pessoas se sentiam da mesma forma quando recebiam um sorriso meu. Não que eu me ache o TAL, mas pelo ato de sorrir em si. Será que já alegrei o dia de alguém assim? Se sim, conseguirei fazer de novo?
Graças ao acontecimento de hoje, me sinto muito mais motivado para sorrir para estranhos. Sorrir por sorrir, sem motivo. Com sorte, o dia de alguém pode ser melhor através desse sorriso.
Obrigado pelo seu tempo, espero que tenham gostado.
Be Blessed
Translate
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Detetive Brown: A menina e seu pai. (Parte 2)
Meu nome é Adam Brown, e sou um detetive particular. Estou investigando caso de sequestro, e a sequestrada é uma menina de dezessete anos chamada Elizabeth Gray. Seu pai reportou o seu sumiço horas depois. Ao vasculhar o quarto dela, encontrei algo que pode ser uma pista, um guardanapo do Bar do sexto dia. Lembro-me de meu parceiro, James Mcgarath, falar desse bar em algumas ocasiões. James dizia que este era o bar favorito dos policias mais sujos de Detroit. Lembro me de ir, por inúmeras vezes a este local por alguma denúncia anônima sobre alguma briga, mas sequestro é algo novidade para o estabelecimento.
Ao chegar no local, memórias começam a pipocar em minha mente. O lugar fedia a vômito e urina, bêbados e prostituas a porta do estabelecimento. Surpreendentemente, o lugar mudou muito. A porta tinha um grande letreiro de neon que dia "Boate do Sexto dia" (até o nome mudou), carros de luxo estacionados na calçada do estabelecimento, homens vestidos de ternos finos entravam e saiam do de lá. Realmente, havia muito tempo que não vinha a essa vizinhança.
Ao entrar, minha surpresa só aumentou. Era um lugar chique, com cadeiras refinadas e pessoas bem vestidas. Um jazz suave tocava, a casa estava lotada. A única coisa suspeita eram os homens sentados no canto sudoeste do salão, aparentavam ser mafiosos. Preferi não chamar muita atenção. Me sentei no balcão e chamei o bartender.
- Boa noite, meu nome é Adam Brown.
- No que posso te ajudar amigo?- disse ele com um rosto amigável.
- Estou procurando por uma pessoa.
- Claro, qual o nome dessa pessoa?
- Antônio. Imagino que ele trabalhe por aqui ou que seja um cliente.
- Amigo, o nome não me parece estranho, mas você não tem mais nenhuma informação?
- Sei que ele era amigo de Elizabeth Gray.
Nesse momento, o bartender fechou a cara. Olhou para ambos os lado, como se estivesse procurando por olhos curiosos e quase como um sussurro, me disse:
- Sim, conheço a figura, mas aconselho você a não se aproximar dele.
- Sou um detetive e ele é a única pista que tenho no desaparecimento de Elizabeth Gray, eu preciso saber onde esse homem está!
-Elizabeth desapareceu?- disse ele em um tom de surpresa olhando com o canto dos olhos em direção aos aparentemente mafiosos- Isso não é bom. Quem reportou o desaparecimento dela?
- O pai dela.
- O pai dela?
- Sim, o pai dela, David Gray.
- Ah claro - em tom de risada- o "pai"dela.
- O que você quer dizer com isso?
- Detetive, posso te dar uma descrição do homem que procura, te dizer o que ele fazia aqui e onde ele mora, mas não te direi nada além disso.
Por hora achei melhor concordar, afinal, não estava em posição de negociar. A vida de uma menina estava em risco. Antônio Martin era o nome do autor do bilhete que encontrei na casa dos Gray. O pai de Elizabeth é um frequentador da boate e Antônio vinha para o pedir a mão da filha de David. Por causa da persistência do garoto, logo, ele foi proibido de entrar na boate novamente. Caso não desse ouvidos ao aviso, bom, vocês imaginam o que fariam com o coitado. Ainda assim, parece que ele começou a visitar Elizabeth em casa e o senhor Gray o ameaçou. O bartender me deu o endereço de sua casa, agora, só espero encontra-lo vivo para poder ajudar a Elizabeth.
Ao chegar no local, memórias começam a pipocar em minha mente. O lugar fedia a vômito e urina, bêbados e prostituas a porta do estabelecimento. Surpreendentemente, o lugar mudou muito. A porta tinha um grande letreiro de neon que dia "Boate do Sexto dia" (até o nome mudou), carros de luxo estacionados na calçada do estabelecimento, homens vestidos de ternos finos entravam e saiam do de lá. Realmente, havia muito tempo que não vinha a essa vizinhança.
Ao entrar, minha surpresa só aumentou. Era um lugar chique, com cadeiras refinadas e pessoas bem vestidas. Um jazz suave tocava, a casa estava lotada. A única coisa suspeita eram os homens sentados no canto sudoeste do salão, aparentavam ser mafiosos. Preferi não chamar muita atenção. Me sentei no balcão e chamei o bartender.
- Boa noite, meu nome é Adam Brown.
- No que posso te ajudar amigo?- disse ele com um rosto amigável.
- Estou procurando por uma pessoa.
- Claro, qual o nome dessa pessoa?
- Antônio. Imagino que ele trabalhe por aqui ou que seja um cliente.
- Amigo, o nome não me parece estranho, mas você não tem mais nenhuma informação?
- Sei que ele era amigo de Elizabeth Gray.
Nesse momento, o bartender fechou a cara. Olhou para ambos os lado, como se estivesse procurando por olhos curiosos e quase como um sussurro, me disse:
- Sim, conheço a figura, mas aconselho você a não se aproximar dele.
- Sou um detetive e ele é a única pista que tenho no desaparecimento de Elizabeth Gray, eu preciso saber onde esse homem está!
-Elizabeth desapareceu?- disse ele em um tom de surpresa olhando com o canto dos olhos em direção aos aparentemente mafiosos- Isso não é bom. Quem reportou o desaparecimento dela?
- O pai dela.
- O pai dela?
- Sim, o pai dela, David Gray.
- Ah claro - em tom de risada- o "pai"dela.
- O que você quer dizer com isso?
- Detetive, posso te dar uma descrição do homem que procura, te dizer o que ele fazia aqui e onde ele mora, mas não te direi nada além disso.
Por hora achei melhor concordar, afinal, não estava em posição de negociar. A vida de uma menina estava em risco. Antônio Martin era o nome do autor do bilhete que encontrei na casa dos Gray. O pai de Elizabeth é um frequentador da boate e Antônio vinha para o pedir a mão da filha de David. Por causa da persistência do garoto, logo, ele foi proibido de entrar na boate novamente. Caso não desse ouvidos ao aviso, bom, vocês imaginam o que fariam com o coitado. Ainda assim, parece que ele começou a visitar Elizabeth em casa e o senhor Gray o ameaçou. O bartender me deu o endereço de sua casa, agora, só espero encontra-lo vivo para poder ajudar a Elizabeth.
(Continua na próxima quarta...)
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Ser falso e ser educado são duas coisas muito diferentes.
Bom dia pessoas, como vão vocês? Eu sei que não escrevo nada desde sexta, mas quando estamos cansados e não temos ideias, fica difícil de escrever alguma coisa que preste, não é? Enfim, estive pensando na forma como as pessoas tratam as outras e me fiz a seguinte pergunta: Por quê somos tão falsos?
Existe uma clara diferença entre ser educado e ser falso, mas parece que esquecemos disso com uma facilidade descomunal. Ao cumprimentar alguém com um simples "bom dia" e, segundos depois, assim que essa pessoa foi embora claro, viramos para o nosso "amigo" e dizemos : Não suporto aquela pessoa! Sinceramente, por quê agimos dessa maneira? Queremos ser bem tratados mas não tratamos os outros bem. Será que é tão difícil ser educado e não ser falso?
Não vou mentir, tem algumas que eu simplesmente não gosto. Tenho meus motivos? Sim. Todos eles são justificáveis? Não. Deixe-me explicar de outra forma, quando não gostamos de alguém como, por exemplo, o Justin Bieber, criamos (de forma inconsciente) motivos que sustentem esse desgosto em nossa mente. Agora, nem todos esse motivos fazem sentido, mas ainda assim, acreditamos que esses motivos nos dão direito de criticar a pessoa em questão da maneira que bem entendemos. Contudo, existem motivos que são tão sustentáveis quanto a ideia de os galináceos, um dia, matarão todos os humanos e dominarão o mundo. Exemplo de motivo que faz sentido? O fato dele ter cospido em suas fãs. Exemplo de motivo que não tem sentido? "Eu acho que ele é muito afetado.", "Acho ele feio.", "Acho ele chato" e por ai vai. Que fique claro que eu não gosto do cantor, só estou dizendo que é importante saber diferenciar motivos justificáveis de motivos idiotas.
Temos muitos motivos para agirmos de determinada forma com as pessoas. Alguns são justificáveis e outros não, mas ainda sim, por mais "justo" que seja você ser falso com alguém, acredito que "pagar na mesma moeda" nunca é a solução. Para mim, a falsidade e a traição dividem uma parede fina de papel machê e com um pouco de esforço, essa parede pode ser facilmente quebrada e tornar a vida de todos envolvidos muito pior.
Como eu disse, tem algumas pessoas que simplesmente não gosto, e com essas pessoas, eu tento não me aproximar muito, mas isso não me dá o direito de falar mal delas pelas costas. Isso não me dá o direito de contar todos os segredos que ela confiou a mim para todo o mundo. A vida não pode ser assim, é preciso ter autocontrole. Dialogo continua sendo a melhor forma de se solucionar problemas, entretanto, usamos como ultimo recurso. Temos problema com falsidade porque o sentimento de fraternidade está sumido de nossa sociedade. Temos problema com fraternidade porque falta amor em nossos corações. Temos problema com falta de amor em nossos corações porque não prestamos atenção nas coisas que deixamos entram em nossos corações e deixamos isso acontecer porque paramos de sonhar e de ter esperanças. Assim, a Arte -que retrata a vida- vê que deixamos de fazer tantas coisas que representa a vida como um risco amarelo em um grande vazio.
"Ah Daniel, mas você fala isso porque você não conhece o Juvencio da Cunha! Ele é insuportavél, ele não deixa niguém se expressar e só sabe me criticar." Sabe o que se deve fazer um uma pessoa dessa? Fale palavras de amor, de carinho. Seja insistente e diga a si mesmo "O mundo pode mudar, e essa mundaça começa através de meus atos de amor e carinho.". Juntos podemos mudar o mundo, juntos IREMOS mudar o mundo, um coração por vez.
Espero que vocês tenham gostado do texto, e espero ter pelo menos feito algum de vocês pensar um pouco. Boa semana a todos.
Be Blessed.
Existe uma clara diferença entre ser educado e ser falso, mas parece que esquecemos disso com uma facilidade descomunal. Ao cumprimentar alguém com um simples "bom dia" e, segundos depois, assim que essa pessoa foi embora claro, viramos para o nosso "amigo" e dizemos : Não suporto aquela pessoa! Sinceramente, por quê agimos dessa maneira? Queremos ser bem tratados mas não tratamos os outros bem. Será que é tão difícil ser educado e não ser falso?
Não vou mentir, tem algumas que eu simplesmente não gosto. Tenho meus motivos? Sim. Todos eles são justificáveis? Não. Deixe-me explicar de outra forma, quando não gostamos de alguém como, por exemplo, o Justin Bieber, criamos (de forma inconsciente) motivos que sustentem esse desgosto em nossa mente. Agora, nem todos esse motivos fazem sentido, mas ainda assim, acreditamos que esses motivos nos dão direito de criticar a pessoa em questão da maneira que bem entendemos. Contudo, existem motivos que são tão sustentáveis quanto a ideia de os galináceos, um dia, matarão todos os humanos e dominarão o mundo. Exemplo de motivo que faz sentido? O fato dele ter cospido em suas fãs. Exemplo de motivo que não tem sentido? "Eu acho que ele é muito afetado.", "Acho ele feio.", "Acho ele chato" e por ai vai. Que fique claro que eu não gosto do cantor, só estou dizendo que é importante saber diferenciar motivos justificáveis de motivos idiotas.
Temos muitos motivos para agirmos de determinada forma com as pessoas. Alguns são justificáveis e outros não, mas ainda sim, por mais "justo" que seja você ser falso com alguém, acredito que "pagar na mesma moeda" nunca é a solução. Para mim, a falsidade e a traição dividem uma parede fina de papel machê e com um pouco de esforço, essa parede pode ser facilmente quebrada e tornar a vida de todos envolvidos muito pior.Como eu disse, tem algumas pessoas que simplesmente não gosto, e com essas pessoas, eu tento não me aproximar muito, mas isso não me dá o direito de falar mal delas pelas costas. Isso não me dá o direito de contar todos os segredos que ela confiou a mim para todo o mundo. A vida não pode ser assim, é preciso ter autocontrole. Dialogo continua sendo a melhor forma de se solucionar problemas, entretanto, usamos como ultimo recurso. Temos problema com falsidade porque o sentimento de fraternidade está sumido de nossa sociedade. Temos problema com fraternidade porque falta amor em nossos corações. Temos problema com falta de amor em nossos corações porque não prestamos atenção nas coisas que deixamos entram em nossos corações e deixamos isso acontecer porque paramos de sonhar e de ter esperanças. Assim, a Arte -que retrata a vida- vê que deixamos de fazer tantas coisas que representa a vida como um risco amarelo em um grande vazio.
"Ah Daniel, mas você fala isso porque você não conhece o Juvencio da Cunha! Ele é insuportavél, ele não deixa niguém se expressar e só sabe me criticar." Sabe o que se deve fazer um uma pessoa dessa? Fale palavras de amor, de carinho. Seja insistente e diga a si mesmo "O mundo pode mudar, e essa mundaça começa através de meus atos de amor e carinho.". Juntos podemos mudar o mundo, juntos IREMOS mudar o mundo, um coração por vez.Espero que vocês tenham gostado do texto, e espero ter pelo menos feito algum de vocês pensar um pouco. Boa semana a todos.
Be Blessed.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
A arte de emocionar.
Bom dia pessoas, como vão vocês? Vocês gostam de ir em museus? Eu gosto. Pinturas, esculturas e poemas sempre me deixaram intrigado. Gosto de ver como as pessoas viam o mundo antigamente, o que deixava elas com medo, o que as deixava em paz, enfim, o que mexia com o seu emocional. E justamente por isso que comecei a escrever este texto, o que aconteceu com a "Arte"?
Há um tempo atrás, eu fui no MASP (Museu de Arte de São Paulo) e lá, vi um quadro branco com um grande risco amarelo no meio dele. Devo admitir, não consegui entender o que o pintor quis dizer, então olhei para ver qual era o título da "pintura". O nome? "Risco amarelo em um quadro branco".
"Sério? É isso que você tem pra me dizer? Eu achei que era um ponto rosa no quadro.", sim, essa foi a minha reação. Faço questão de repetir: Eu gosto de museus e gosto de arte! Contudo, para mim, nem tudo é arte. "Mas você não sabe o que o artista quis dizer com o quadro.", realmente, eu não sei e para mim, esse é o problema.
Sempre me sinto inspirado, escrevo um poema, desenho alguma coisa ou escrevo um texto (coisa que tenho feito bastante ultimamente). Arte, (no meu ponto de vista) não é só a vida vista pelos olhos do autor de determinada obra, mas sim, a tentativa de transmitir o que essa visão significa para os outros. O Cubismo, por exemplo (para mim) é Arte. Não que eu goste do Cubismo, mas pelo menos entendo o que o artista quis passar. Arte é a emoção da descoberta. Emoção é Arte. E se emoção é Arte, cade a Arte da vida?
"Por quê esse quadro te incomodou tanto?", porque ele não me emocionava. Não fiquei triste, feliz, euforico, louco, nada. Apenas não vi sentido."E se ele quis dizer que a vida não faz sentido?", nesse caso, então, diria com toda convicção: Isso não é Arte. A vida não tem sentido? Só para aqueles que não o vêm. A vida é sem graça? Só para aqueles que olham apenas para o chão. A vida é vazia? Não. A minha vida não é vazia, nem sem graça e nem sem sentido.
A Arte é a representação da visão do autor e se o autor olhou para nossa sociedade e viu que ela estava vazia, talvez esteja na hora de mudarmos e sermos pessoas melhores, não?
Espero que vocês tenham gostado,
bom dia e obrigado pelo seu tempo.
Be Blessed.
Há um tempo atrás, eu fui no MASP (Museu de Arte de São Paulo) e lá, vi um quadro branco com um grande risco amarelo no meio dele. Devo admitir, não consegui entender o que o pintor quis dizer, então olhei para ver qual era o título da "pintura". O nome? "Risco amarelo em um quadro branco".
"Sério? É isso que você tem pra me dizer? Eu achei que era um ponto rosa no quadro.", sim, essa foi a minha reação. Faço questão de repetir: Eu gosto de museus e gosto de arte! Contudo, para mim, nem tudo é arte. "Mas você não sabe o que o artista quis dizer com o quadro.", realmente, eu não sei e para mim, esse é o problema.
Sempre me sinto inspirado, escrevo um poema, desenho alguma coisa ou escrevo um texto (coisa que tenho feito bastante ultimamente). Arte, (no meu ponto de vista) não é só a vida vista pelos olhos do autor de determinada obra, mas sim, a tentativa de transmitir o que essa visão significa para os outros. O Cubismo, por exemplo (para mim) é Arte. Não que eu goste do Cubismo, mas pelo menos entendo o que o artista quis passar. Arte é a emoção da descoberta. Emoção é Arte. E se emoção é Arte, cade a Arte da vida?"Por quê esse quadro te incomodou tanto?", porque ele não me emocionava. Não fiquei triste, feliz, euforico, louco, nada. Apenas não vi sentido."E se ele quis dizer que a vida não faz sentido?", nesse caso, então, diria com toda convicção: Isso não é Arte. A vida não tem sentido? Só para aqueles que não o vêm. A vida é sem graça? Só para aqueles que olham apenas para o chão. A vida é vazia? Não. A minha vida não é vazia, nem sem graça e nem sem sentido.
A Arte é a representação da visão do autor e se o autor olhou para nossa sociedade e viu que ela estava vazia, talvez esteja na hora de mudarmos e sermos pessoas melhores, não?
Espero que vocês tenham gostado,
bom dia e obrigado pelo seu tempo.
Be Blessed.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Detetive Brown: A menina e seu pai.
Meu nome é Adam Brown e eu sou um detetive particular. Trabalhei como policial no 13° distrito policial de Detroit por 10 anos e após a morte de meu parceiro, não consegui permanecer no cargo. Aos meus 33 anos de idade, não me casei e nem tenho filhos. Não quero mais sangue em minhas mãos. Passo a maior parte de meus dias dentro de meu escritório esperando algum caso bater em minha porta, mas jamais sonharia que um caso como esse chegaria a meu escritório.
"Com licença, detetive Brown está?" entra um senhor de cabelos grisalhos e mãos trêmulas. "Pois não, pode entrar." digo enquanto observava a cara de espanto e desespero dele. Em um tom desesperado ele continuou, "Detetive, o senhor precisa me ajudar, minha filha sumiu, eu não consigo encontrar-la em lugar algum, já procurei em minha casa, em meu apartamento, em meu escritório, e não consigo, e-eu preciso, por f-favor...", "Acalme-se, respire fundo. Qual o seu nome e o que aconteceu." o interrompi oferecendo um copo de whisky. Ao terminar de tomar a bebida e respirar, ele prosseguiu com a história.
O senhor David Gray, veio me procurar porque, aparentemente, sua filha, Elisabeth, estava sumida desde as sete horas da manhã. Como já se passavam das dez, entendi a preocupação, após me dar uma descrição da menina ( um metro e sessenta e cinco, dezessete anos, cabelos louros e olhos azuis), parti com o senhor para a sua residência para buscar as primeiras pistas.
O senhor morava em uma casa grande, afastada da cidade. Não era bonita e nem chamativa, parecia estar escondida. Logo que entramos, ele me conduziu direto para o quarto da menina. Ficou na porta o tempo inteiro, como que se estivesse me vigiando. Ao mexer nas coisas da garota, não encontrei nada de interessante ou que me levasse a alguma pista. Olhei para a janela e o pai da menina disse "Ela quebrou o vidro. Eu paguei muito caro nesse vidro e ela me quebra ele.", e continuou falando um monte de coisas das quais tentei não prestar tanta atenção. No parapeito da janela encontrei alguma coisa, um papel. Enfim, uma pista!
"Bom senhor Gray, eu vou indo. Vou tentar tornar aquilo que vi aqui em algo útil.", "Mas você não encontrou nada?" encarou-me com olhos raivosos, com calma eu disse "Prefiro não revelar nada até que o caso se conclua.". Ele me conduziu até a porta e se despediu. A ultima coisa que preciso é de pais atrapalhando a minha investigação.
No papel, um guardanapo de bar melhor dizendo, estava escrito "Eu te amo Elizabeth, com amor, Antônio.", e por sorte o logotipo do bar estava estampado no verso do bilhete. "Bar do sexto dia", aqui vou eu.
"Bom senhor Gray, eu vou indo. Vou tentar tornar aquilo que vi aqui em algo útil.", "Mas você não encontrou nada?" encarou-me com olhos raivosos, com calma eu disse "Prefiro não revelar nada até que o caso se conclua.". Ele me conduziu até a porta e se despediu. A ultima coisa que preciso é de pais atrapalhando a minha investigação.
No papel, um guardanapo de bar melhor dizendo, estava escrito "Eu te amo Elizabeth, com amor, Antônio.", e por sorte o logotipo do bar estava estampado no verso do bilhete. "Bar do sexto dia", aqui vou eu.
(Continua daqui uma semana...)
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Apenas um conto: Uma pesada chuva.
Bom dia pessoas bonitas, como estão vocês? Sabe, eu gostei de escrever esse blog, gostei mesmo, mas acho que talvez fique inviável escrever textos novos todos os dias. Por isso, tive a seguinte ideia, escrever um texto narrativo é muito mais fácil que um argumentativo, em outras palavras, contar uma história é muito mais fácil que defender um ponto de vista. Eis a minha ideia, alternar entre textos defendendo pontos de vista e histórias. Tudo depende da resposta de vocês, se gostarem, mantemos a mudança, caso contrário, voltamos ao padrão antigo. Tudo bem pra vocês? Espero que sim e espero que gostem dessa história.
"Estava chovendo torrencialmente, de tal forma que minhas lágrimas eram encobertas pela chuva que escorria sobre meu rosto. Tento lembrar das coisas boas que fiz, mas só meus erros vinham a minha mente. A cada passo que dou pelas ruas de nosso bairro lembro-me das promessas que fiz e deixei de cumprir, lembro-me de cada palavra que havia te dito e me arrependo de ter te decepcionado.
A cada segundo a chuva fica mais forte. Cada gota, cai em meus ombros como um martelo, pesando em minha consciência. Gostaria de corrigir meu erros, mas não posso voltar atrás, eu te machuquei e nada posso fazer para mudar o passado. Sento na calçada para tentar aliviar o peso que está em meus ombros, mas de nada ajuda. Olho para o outro lado da rua, vejo uma porta aberta, não penso duas vezes, corro para dentro, assim como alguém que quer fugir dos seu próprios pecados. Ao entrar, me encontro em uma loja de conveniências, há um balconista de cabelos longos, ele olha pra mim e pergunta 'Precisa de ajuda amigo?', eu respondo que só estou tentando fugir da chuva. Ele faz um sinal de positivo e diz, 'Se precisar de alguma coisa me avise.', faço um sinal de concordância e sento-me em um dos cantos da loja e de lá vejo a chuva cair sobre o frio asfalto.
Alguns minutos depois, entra um senhor de idade na loja e começa a olhar algumas prateleiras. Evito contato visual, mas em dado momento o senhor percebe a minha presença e dirige as seguintes palavras à mim 'Tudo bem ai com você meu jovem?' e por algum motivo começo a chorar de novo, sem conseguir dar uma resposta ao senhor. Ele corre em minha direção, me abraça e disse 'Tudo bem, está tudo bem. Pode chorar, eu sei que dói.'. Por mais estranho que pareça, não me sinto incomodado, contudo me sinto tranquilo. Sinto aquele abraço sincero e recebo-o como um abraço de pai. Aos poucos eu começo a parar de chorar, não sei quanto tempo fico abraçado à aquele senhor, mas quando eu paro de chorar, ele me solta, olha em meus olhos e diz 'Sabe, não podemos mudar o passado, mas podemos construir o nosso futuro. Enquanto tivermos ar em nossos pulmões, uma causa justa, boa e honrável, podemos ter a esperança de sermos homens de bom coração que lutam para fazer o dia de todos melhor.', após dizer estas palavras, ele se levantou, piscou para mim e se despediu dizendo: Boa sorte, meu filho!
Quando o senhor sai eu fico em estado de choque. Consigo agora ver a esperança novamente, sei o que devo fazer e já começava a me lembrar de nossos bons momentos. Seco as minhas lágrimas, coloco-me em pé e saio na chuva. Corro, corro e corro mais um pouco até chegar em sua casa. Com força, bato em sua porta e ao ver-te abrir a porta digo o quanto me arrependo de tudo que fiz de mal e o quanto estou disposto a mudar. Começo a chorar e peço uma segunda chance para ser quem você merece que eu seja. Você me abraça, e chora também, diz que me perdoa. Agora eu consigo ver, sempre há esperança de ser e fazer o melhor, tudo depende de nossa capacidade de ver essa esperança."
"Estava chovendo torrencialmente, de tal forma que minhas lágrimas eram encobertas pela chuva que escorria sobre meu rosto. Tento lembrar das coisas boas que fiz, mas só meus erros vinham a minha mente. A cada passo que dou pelas ruas de nosso bairro lembro-me das promessas que fiz e deixei de cumprir, lembro-me de cada palavra que havia te dito e me arrependo de ter te decepcionado.
A cada segundo a chuva fica mais forte. Cada gota, cai em meus ombros como um martelo, pesando em minha consciência. Gostaria de corrigir meu erros, mas não posso voltar atrás, eu te machuquei e nada posso fazer para mudar o passado. Sento na calçada para tentar aliviar o peso que está em meus ombros, mas de nada ajuda. Olho para o outro lado da rua, vejo uma porta aberta, não penso duas vezes, corro para dentro, assim como alguém que quer fugir dos seu próprios pecados. Ao entrar, me encontro em uma loja de conveniências, há um balconista de cabelos longos, ele olha pra mim e pergunta 'Precisa de ajuda amigo?', eu respondo que só estou tentando fugir da chuva. Ele faz um sinal de positivo e diz, 'Se precisar de alguma coisa me avise.', faço um sinal de concordância e sento-me em um dos cantos da loja e de lá vejo a chuva cair sobre o frio asfalto.
Alguns minutos depois, entra um senhor de idade na loja e começa a olhar algumas prateleiras. Evito contato visual, mas em dado momento o senhor percebe a minha presença e dirige as seguintes palavras à mim 'Tudo bem ai com você meu jovem?' e por algum motivo começo a chorar de novo, sem conseguir dar uma resposta ao senhor. Ele corre em minha direção, me abraça e disse 'Tudo bem, está tudo bem. Pode chorar, eu sei que dói.'. Por mais estranho que pareça, não me sinto incomodado, contudo me sinto tranquilo. Sinto aquele abraço sincero e recebo-o como um abraço de pai. Aos poucos eu começo a parar de chorar, não sei quanto tempo fico abraçado à aquele senhor, mas quando eu paro de chorar, ele me solta, olha em meus olhos e diz 'Sabe, não podemos mudar o passado, mas podemos construir o nosso futuro. Enquanto tivermos ar em nossos pulmões, uma causa justa, boa e honrável, podemos ter a esperança de sermos homens de bom coração que lutam para fazer o dia de todos melhor.', após dizer estas palavras, ele se levantou, piscou para mim e se despediu dizendo: Boa sorte, meu filho!
Quando o senhor sai eu fico em estado de choque. Consigo agora ver a esperança novamente, sei o que devo fazer e já começava a me lembrar de nossos bons momentos. Seco as minhas lágrimas, coloco-me em pé e saio na chuva. Corro, corro e corro mais um pouco até chegar em sua casa. Com força, bato em sua porta e ao ver-te abrir a porta digo o quanto me arrependo de tudo que fiz de mal e o quanto estou disposto a mudar. Começo a chorar e peço uma segunda chance para ser quem você merece que eu seja. Você me abraça, e chora também, diz que me perdoa. Agora eu consigo ver, sempre há esperança de ser e fazer o melhor, tudo depende de nossa capacidade de ver essa esperança."
Sinceramente, espero que tenham gostado e pretendo fazer mais textos do gênero. Obrigado por seu tempo e boa semana a todos.
Be blessed.
domingo, 17 de novembro de 2013
"Gente grande", também sonha grande?
Bom dia amigos, algum de vocês teve um sonho legal durante a noite? Melhor, qual foi a ultima vez que você sonho com alguma coisa? Claro que o sono é uma coisa necessária para que possamos repor as nossas energias, mas agora, não estou mais falando de sonhos durante a madrugada, mas sim de aspirações. Quando eramos crianças tínhamos vontades, desejos e imaginação. "Quero ser um ator!", "Quero ser um astronauta!" e o meu favorito "Quero ser um Jedi!". Claro que jamais serei um guerreiro espacial que defende a paz, mas o que aconteceu com os nossos sonhos? "Olha Dan, eu tive que crescer. O tempo foi passando e eu tive que abrir mão de algumas coisas. Tiver que tomar uma atitude mais séria e realista.", em outras palavras : eu virei um adulto amargo e sem esperanças. Para podermos crescer, tem que ser assim?Maturidade é a primeira coisa que me vem a cabeça ao falar sobre esse assunto. O que significa maturidade? Bom, olhando na "interwebs", achei essa definição: "s.f. Efeito ou circunstância de quem se encontra numa fase adulta; estado das pessoas ou das coisas que atingiram completo desenvolvimento: maturidade comportamental, mental etc.[...]
[...]Espaço de tempo de uma vida compreendido entre a juventude e a velhice.Comportamento ou modo particular da idade adulta ou madura: indivíduo que demonstra excesso de maturidade." (Fonte: http://www.dicio.com.br/). Biologicamente falando, entramos no ápice do nossa maturidades, mais ou menos, aos 30 anos, mas será que é só com a parte biológica que devemos nos preocupar? O que significa ser maduro mentalmente? Preciso ser chato pra ser maduro? O que é ser responsável?
Ao meu ver, maturidade tem muito mais a ver com o que fazemos, pensamos e dizemos do que com o tempo que se passou. Eu sou uma pessoa que gosta de brincar. Sempre tentei ver o lado bom das coisas, procurava um motivo para resistir e continuar lutando, mas isso não quer dizer que eu não goste de fazer piada. Vocês não fazem ideia de quantas vezes eu ouvi pessoas falarem de meu jeito de ser e concluírem "Nossa, o Daniel é muito criança! Fica dando risada de coisas bobas e pulando com uma cara de alegre, parece até um palhaço fracassado.", admito que demorei um tempo pra esquecer essas coisas e ser eu mesmo, mas por um tempo, eu me tornei "maduro" como eles. Honestamente, me senti um grande cocô fedido durante esse tempo. Quando finalmente comecei a entender um pouco mais sobre maturidade, percebi que se eu queria ser maduro, deveria me espelhar em meus pais e não em cretinos que acreditam ser maduros.
Só porque você se reúne com seu amigos pra beber, você não é maduro. Só porque você fala de "baixarias", não quer dizer que você está em estado de maturidade. O que é ser maduro mentalmente? Se você é capaz de assumir a culpa pelos seus atos, não fugir do que precisa ser feito procurar ser justo e não ficar agindo que nem uma criança "Ele começou.", "Ele que me provocou.", e tiver controle das suas emoções para não falar demais, ai sim, você será uma pessoa mentalmente madura. Preciso ser chato para ser maduro? Olha, crianças ( em determinadas situações) são muito mas maduras que muitos adultos e não são chatas.Quantas vezes vocês já viram duas crianças amigas começarem a brigar durante a brincadeira e pararem de falar... Por cinco minutos. O perdão é uma atitude de quem é maduro, saber que todos erram e que ninguém é melhor que ninguém é ser maduro. Você só será maduro e chato se você for apenas biologicamente maduro. E para encerrar (pelo menos essa linha de raciocínio), ser responsável é não fugir de suas obrigações, não ter medo de seguir seus sonhos, mas, ao mesmo tempo, saber que seus desejos, não estão acima do desejo de ninguém.
"Mas o que isso tudo tem a ver com os sonhos que você citou no começo do texto?", bom quando somos crianças, perseguimos os nossos sonhos sem medo, e sem pensar duas vezes. Por quê? Porque, apesar de termos bom coração, somos maduros só em determinados casos e não para tudo. Contudo, uma qualidade que, infelizmente, temos a tendência de perder se não a nutrirmos, é a qualidade de sermos sonhadores. Temos altas expectativas para tudo que existe nesse mundo, mas como não temos maturidade mental, podemos perde-la com o passar dos anos. E é ai que a maturidade, que podemos possuir hoje, e os sonhos entram para trabalhar em conjunto. Com a maturidade podemos medir o que é viável e o que não é. Podemos lutar por um mundo melhor de forma consciente. A maturidade nos dá o chão e o sonho nos dá força para construir esse mundo. É tempo de mudar, de crescer. É o hora de assumir as responsabilidades e construir um mundo melhor.
O desafio de hoje será repetir todos os desafios dessa semana, só que com pessoas diferente.
Obrigado pelo seu tempo, bom resto de domingo.
Be blesses.
sábado, 16 de novembro de 2013
My brother from another mother.
Bom dia queridos amigos e amigas, como estão vocês? Sabe, eu gostaria de saber, de verdade, o que vocês fazem pra se divertir. Sério mesmo, se vocês quiserem deixar nos comentários alguma de suas atividades favoritas, eu agradeceria muito. Acho a ideia de conhecer vocês um pouco melhor muito interessante. Conhecer pessoas novas sempre é muito interessante, mas ao mesmo tempo é um tanto quanto perigoso. Sem respeito não chegamos a lugar algum e sem respeito não é possível se ter amizades verdadeiras e duradouras.
Confiar nas pessoas nos dias de hoje é complicado. Além de ser um processo longo e difícil, demoramos a confiar e acreditar nas coisas que as pessoas dizem. As vezes, mesmo depois de anos e mais anos, dizemos que confiamos, mas sempre ficamos com o pé atrás para com algumas pessoas e isso é muito comum hoje em dia. Eu pegunto a vocês que estão do outro lado da telinha lendo este texto, o que aconteceu? Os planetas se desalinharam, ou será que a força da natureza veio mudando nossos corações aos poucos? Bom, ao meu ver, o que aconteceu foi o seguinte: nos tornamos cada vez mais individualistas. Nós deixamos de lado a fraternidade e permitimos que o ego se tornasse o sentimento mais forte de nossos corações. "Ta, okay, mas o que isso tem a ver com a confiança?", simples, hoje confiamos apenas em nós mesmos e isso já está enraizado em nossa sociedade. Isso implica na direta destruição do sentimento de fraternidade.
"Amigos apenas, negócios a parte." é muito usado no mundo dos negócios porque se é entendido que misturar negócios com amizade pode ser prejudicial para o bolso. "Ah, eu gosto do Pedro, ele é 'firmeza'. Só fica esperto porque ele é caloteiro." essa é a forma como a maioria das amizades se encontram hoje. Entenda, não estou dizendo que você não emprestar dinheiro pro seu amigo caloteiro é errado, estou dizendo que o amigo caloteiro é quem está errado. O problema é que o ego é tamanho que queremos tirar vantagem em tudo. Um bom exemplo disso é a pirataria. "Eu não vou pagar caro pra ter o DVD se eu posso baixar na net ou comprar na barraquinha aqui do lado.", veja bem, o problema do preço vem de outros lugares, impostos, roubos por parte do governo, mas isso não vem ao caso agora. Quem sabe em outro momento. A questão é, se você pode fazer o bem, porque fazer o mal? Porque é tão difícil pensar nos outros? Custou dinheiro para fazer o filme, não é justo que eu pague pelo trabalho que tiveram ao produzir o filme? Não seria chato se você trabalhasse duro o mês inteiro e no final desse período seu chefe simplesmente te contasse que achou alguém que cobra menos pelo mesmo serviço e vai dar o seu salario para esse outro trabalhador? No mundo corporativo isso não aconteceria porque existem medidas que impedem isso de acontecer, então por quê fazemos isso em outras situações?
Fraternidade, isso que nos falta. Trabalhando juntos, como uma grande família, seremos capazes de fazer tudo, mas se não confiamos nem em nossos amigos, como confiaremos em estranhos? Quero poder dizer "você é como um irmão pra mim!" sem ter medo de sofrer por ter confiado e acreditado nas palavras daquela pessoa. É tempo de mudar. E o mundo só será um lugar melhor quando o individual deixar de ser uma prioridade. Somos irmãos, não de sangue, mas de coração. Pelo menos, deveríamos ser. Mas ainda sonharei com este dia e farei o que posso até que esse dia chegue.
Espero que você pense sobre isso, afinal, você conhece quem você é e da maneira como você age. Ainda assim, eu gostaria de deixar o seguinte desafio: chame um amigo muito especial, converse com ele e diga o quanto ele é importante para você, fortaleça a amizade de vocês. Um dia, você vai precisar dele, e ele de você.
Obrigado pelo seu tempo, bom final de semana a todos.
Be blessed
"Até o final, quando partirmos, eu te darei o meu coração, e eu vou prometer te amar com tudo que é o amor, e eu vou prometer estar presente sempre que você precisar de mim, porque você sempre será meu melhor amigo."
You'll always be my best friend - Relient K
Confiar nas pessoas nos dias de hoje é complicado. Além de ser um processo longo e difícil, demoramos a confiar e acreditar nas coisas que as pessoas dizem. As vezes, mesmo depois de anos e mais anos, dizemos que confiamos, mas sempre ficamos com o pé atrás para com algumas pessoas e isso é muito comum hoje em dia. Eu pegunto a vocês que estão do outro lado da telinha lendo este texto, o que aconteceu? Os planetas se desalinharam, ou será que a força da natureza veio mudando nossos corações aos poucos? Bom, ao meu ver, o que aconteceu foi o seguinte: nos tornamos cada vez mais individualistas. Nós deixamos de lado a fraternidade e permitimos que o ego se tornasse o sentimento mais forte de nossos corações. "Ta, okay, mas o que isso tem a ver com a confiança?", simples, hoje confiamos apenas em nós mesmos e isso já está enraizado em nossa sociedade. Isso implica na direta destruição do sentimento de fraternidade.
"Amigos apenas, negócios a parte." é muito usado no mundo dos negócios porque se é entendido que misturar negócios com amizade pode ser prejudicial para o bolso. "Ah, eu gosto do Pedro, ele é 'firmeza'. Só fica esperto porque ele é caloteiro." essa é a forma como a maioria das amizades se encontram hoje. Entenda, não estou dizendo que você não emprestar dinheiro pro seu amigo caloteiro é errado, estou dizendo que o amigo caloteiro é quem está errado. O problema é que o ego é tamanho que queremos tirar vantagem em tudo. Um bom exemplo disso é a pirataria. "Eu não vou pagar caro pra ter o DVD se eu posso baixar na net ou comprar na barraquinha aqui do lado.", veja bem, o problema do preço vem de outros lugares, impostos, roubos por parte do governo, mas isso não vem ao caso agora. Quem sabe em outro momento. A questão é, se você pode fazer o bem, porque fazer o mal? Porque é tão difícil pensar nos outros? Custou dinheiro para fazer o filme, não é justo que eu pague pelo trabalho que tiveram ao produzir o filme? Não seria chato se você trabalhasse duro o mês inteiro e no final desse período seu chefe simplesmente te contasse que achou alguém que cobra menos pelo mesmo serviço e vai dar o seu salario para esse outro trabalhador? No mundo corporativo isso não aconteceria porque existem medidas que impedem isso de acontecer, então por quê fazemos isso em outras situações?
Fraternidade, isso que nos falta. Trabalhando juntos, como uma grande família, seremos capazes de fazer tudo, mas se não confiamos nem em nossos amigos, como confiaremos em estranhos? Quero poder dizer "você é como um irmão pra mim!" sem ter medo de sofrer por ter confiado e acreditado nas palavras daquela pessoa. É tempo de mudar. E o mundo só será um lugar melhor quando o individual deixar de ser uma prioridade. Somos irmãos, não de sangue, mas de coração. Pelo menos, deveríamos ser. Mas ainda sonharei com este dia e farei o que posso até que esse dia chegue.
Espero que você pense sobre isso, afinal, você conhece quem você é e da maneira como você age. Ainda assim, eu gostaria de deixar o seguinte desafio: chame um amigo muito especial, converse com ele e diga o quanto ele é importante para você, fortaleça a amizade de vocês. Um dia, você vai precisar dele, e ele de você.Obrigado pelo seu tempo, bom final de semana a todos.
Be blessed
"Até o final, quando partirmos, eu te darei o meu coração, e eu vou prometer te amar com tudo que é o amor, e eu vou prometer estar presente sempre que você precisar de mim, porque você sempre será meu melhor amigo."
You'll always be my best friend - Relient K
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Você já parou para pensar nas coisas que ouve?
Bom dia! Não sei que horas você vai ler isso, mas eu não gosto de falar "boa tarde" nem "boa noite". Não tenho um bom motivo pra isso, simplesmente prefiro dizer bom dia, durante todo o dia. Acho que é um comprimento mais alegre, mais empolgante. Dito isso, bom dia querido leitor(a), eis que vos pergunto, você já parou pra pensar naquilo que você ouve todos os dias?
Pense um pouco, todos os dias somos bombardeados com xingamentos, palavrões, discussões em metrô e muito mais. Somos "agredidos" com palavras que não queremos ouvir, somos "pisoteados" com músicas que nos enojam e as vezes parece que não temos outra escolha a não ser ficarmos quietos e sofrer em silencio. Ou será que não?Hoje, nos temos MP3, MP4, smartphones carregados de músicas acompanhados de "milagrosos" fones de ouvido que tem a capacidade de nos "isolar" do resto do mundo. Isso é bom, mas até que ponto isso é bom antes de se tornar prejudicial? Não vou dizer que não uso o fone para me isolar e evitar certas conversas, mas sempre pergunto a mim mesmo "o que eu quero ouvir?". Parece um tanto quanto estranho "Como assim você não sabe o que quer ouvir?", mas eu tenho uma razão pra fazer essa pergunta. Antes de continuar por essa linha de raciocínio quero fazer uma pergunta a você, meu querido amigo(a), que tipo de música você ouve e o que as músicas que você ouve dizem a você?

Eu gosto praticamente de todo o estilo de música. Pop, pop rock, rock, metal core, eletronica, hip hop, rock alternativo, reagge, jazz e alguns outros que não me lembro nesse exato momento. Uma coisa que as pessoas geralmente me perguntam quando falo que gosto de metal core e músicas um pouco mais pesadas é: você ouve Metalica? Não, não ouço Metalica, Avenged sevenfold, simplesmente não ouço. Quer um exemplo de música que ouço? http://www.youtube.com/watch?v=O1hUflGqHC0 <-- Essa é uma das músicas que mais gosto de uma das minhas bandas favoritas e sim, é uma banda cristã. "Ai, fica falando de Deus? Então eu não gostei.", eu entendo o seu ponto de vista, mas agora que falei do que gosto de ouvir, vamos voltar para o assunto: o que eu quero ouvir?
Por mais que não gostemos disso, nós absorvemos boa parte daquilo que ouvimos e isso fica conosco durante o dia. O que ouvimos faz diferença na nossa forma de pensar, mesmo que aos poucos e de forma sutil, somos influênciados pela música mais do que qualquer outra coisa que ouvimos. Por quê? Porque usamos ela como forma de nos isolar do mundo para fazermos uma "reflexão" de nós mesmos, mesmo sem perceber. Eu ouço as músicas que ouço porque elas fazem parte da minha vida, porque elas me lembram de forma constante que a esperança é ultima que morre, me lembram que determinação e perseverança são capazes de destruir barreiras, me lembram de estar disposto a ajudar quem precisa e por mais que eu me machuque, nunca me fechar para novas amizades por causa de experiências anteriores. Pra mim, o tipo de música não faz diferença, a diferença está no que a letra diz e no que o cantor quer passar com aquela música.
Eu pessoalmente, não gosto de ficar pensando em coisas que não me fazem ser uma pessoa melhor. A vida precisa ser vivida de maneira que possamos compartilhar momentos e pensamentos saudáveis e não se temos o carro "top", se somos "pegadores", ou quem saiu da "casa mais vigiada do Brasil". Pra mim as músicas tem que ir muito além de "mensagens positivas". Canções sempre mexeram com o coração do homem e justamente por isso acredito que precisamos ter cuidado com o que deixamos "entrar" em nosso coração.
O desafio que quero deixar hoje é: Ouça as músicas que você tem, dê uma olhada na letra e reflita consigo "será que esse é o tipo de pensamento que quero ter?"
Obrigado mais uma vez pelo seu tempo, volte mais vezes e deixe seu comentário abaixo. :D
"Cause it seems I get so hung up on
The history of what's gone wrong
That the hope of a new day is sometimes hard to see
But I'm finally catching on to it
Yeah the past is just a conduit
And the light there at the end is where I'll be" - Up and Up, Relient K
Be Blessed
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Sinceramente, serei sincero...
Há muito tempo que quero escrever um blog. Por quê? Porque gosto de expor a minha opinião. Gosto de conhecer novas pessoas e fazer novas amizades. Agora, a próxima pergunta seria "quem é você?", certo? Bom, acho que para uma primeira postagem, nada melhor do que falar um pouco sobre mim.
Meu nome completo é Daniel Gallante Reis. NÃO, EU NÃO SOU "GALANTEADOR"! Me desculpe, é que eu já ouvi muito essa piada. Eu tenho 17 anos, moro em São Paulo, gosto de video games, revistas em quadrinhos, filme e séries. Acho que tudo é bem auto explicativo.

Uma coisa que sempre me deixou perplexo foi a forma de como as pessoas tem dificuldade de se interessar pelos outros. Lembro-me de uma vez em que estava no metrô (sem fone de ouvido, para ajudar ) e duas mulheres começaram a discutir sobre o trabalho. OBS: os nomes são meras invenções minhas, mas garanto a vocês, os nomes eram MUITO mais feios do que os citados aqui.
- Então Sthepantinie, você viu o que a vagabunda da Maria Tulia fez comigo?
- O que, Jentovina?
- Eu pedi pra ela me ajudar a finalizar a planilha, e sabe o que ela me disse?
- Conhecendo a cretina, eu já imagino.
- Ela falou que não podia me ajudar porque estava sobrecarregada com o projeto que ela tinha que entregar pro pessoal de vendas!
- Nunca gostei dela, sempre foi muito falsa!
- Pois é. Acho que ela queria revidar o dia em que eu não ajudei ela porque eu tava muito cansada e precisava descansar.
- Mas você tava fazendo o que?
- Estava mexendo no Face, tava falando com o Reinaldo. Ai, aquele homem me deixa LOUCA!
- É verdade, ele é muito gato. Se eu pudesse eu ficava com ele.
- Você fica esperta, ele é meu!
Meu nome completo é Daniel Gallante Reis. NÃO, EU NÃO SOU "GALANTEADOR"! Me desculpe, é que eu já ouvi muito essa piada. Eu tenho 17 anos, moro em São Paulo, gosto de video games, revistas em quadrinhos, filme e séries. Acho que tudo é bem auto explicativo.

Uma coisa que sempre me deixou perplexo foi a forma de como as pessoas tem dificuldade de se interessar pelos outros. Lembro-me de uma vez em que estava no metrô (sem fone de ouvido, para ajudar ) e duas mulheres começaram a discutir sobre o trabalho. OBS: os nomes são meras invenções minhas, mas garanto a vocês, os nomes eram MUITO mais feios do que os citados aqui.
- Então Sthepantinie, você viu o que a vagabunda da Maria Tulia fez comigo?
- O que, Jentovina?
- Eu pedi pra ela me ajudar a finalizar a planilha, e sabe o que ela me disse?
- Conhecendo a cretina, eu já imagino.
- Ela falou que não podia me ajudar porque estava sobrecarregada com o projeto que ela tinha que entregar pro pessoal de vendas!
- Nunca gostei dela, sempre foi muito falsa!
- Pois é. Acho que ela queria revidar o dia em que eu não ajudei ela porque eu tava muito cansada e precisava descansar.
- Mas você tava fazendo o que?
- Estava mexendo no Face, tava falando com o Reinaldo. Ai, aquele homem me deixa LOUCA!
- É verdade, ele é muito gato. Se eu pudesse eu ficava com ele.
- Você fica esperta, ele é meu!
...
Nesse ponto da conversa, eu desci do trem já que (graças a Deus) havia chegado em minha estação. A discussão dessas moças me fez pensar o que leva uma pessoa a ignorar completamente o ponto de vista das outras pessoas. Como é fácil julgarmos os outros pelo que fizeram ou deixaram de fazer, mas quando estamos falando de nós mesmos, sempre "merecemos" uma segunda chance. Gosto de ajudar as pessoas, de verdade, e por isso que fico mais indignado pelo fato das pessoas ESCOLHEREM ser ignorantes e não respeitar umas as outras, elas "PRECISAM" não se importar e QUEREM machucar os outros.
Sinceramente, já não gosto de quando as pessoas ficam tendo discussões EXTREMAMENTE pessoais em lugares públicos, e acho pior quando escolhem falar MUITO mal de uma pessoa que não está lá para se defender. Meu pai me disse uma vez, "Devemos esperar o melhor das pessoas, mas devemos nos preparar para o pior.", e isso me ajudou muito na maneira de tratar as pessoas. Isso vai muito além do simples fato "Não faça com os outros o que não quer que façam com você.", pelo menos pra mim, é esperar o melhor e se preparar para o pior. É nada mais e nada menos que ajudar e não esperar ser ajudado. Fazer o seu melhor sem esperar que reconheçam o seu trabalho, amar sem esperar ser amado, recompensar e presentear sem esperar nada em troca.
Agora eu pergunto, por quê é tão difícil querer ajudar? Por quê temos essa resistência com o que DEVE ser feito? Isso mesmo, em minha opinião, ajudar os outros é o DEVER DE TODOS. Por qual motivo então que não conseguimos ajudar uns aos outros? Falta amor. Nada menos que isso. Queremos ser amados, mas não amamos. Queremos todos os direitos, todos os privilégios, todos os prazeres, tudo do melhor e queremos que todos estejam dispostos à dar isso todos os itens acima, mas pensamos uma, duas, três, cinquenta vezes antes de fazer o mesmo pelos outros. Que fique claro que quando falo de amor, não falo de paixão. São dois assuntos diferentes, e vou deixar pra falar sobre eles por um ângulo alternativo para outro dia.
Amor. Amor de irmão, amor de amigo, amor de mãe, amor de pai, e etc. No dia em que valorizarmos mais o conjunto ao invés do individual, o amor emanará de dentro de nossos corações e - aos pouco - poderemos transformar o mundo em um lugar melhor. Por isso, gostaria de propor um desafio pra você querido leitor(a): abrace pessoas que você não costuma abraçar. Elogie alguém. Faça um ato de amor. Faça a diferença no dia das pessoas, nem que esse ato seja sorrir para desconhecidos no metrô e no ônibus, seja amoroso.
Obrigado por seu tempo, espero que você volte mais vezes.
Be Blessed
"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Mateus 22:37-39
Sinceramente, já não gosto de quando as pessoas ficam tendo discussões EXTREMAMENTE pessoais em lugares públicos, e acho pior quando escolhem falar MUITO mal de uma pessoa que não está lá para se defender. Meu pai me disse uma vez, "Devemos esperar o melhor das pessoas, mas devemos nos preparar para o pior.", e isso me ajudou muito na maneira de tratar as pessoas. Isso vai muito além do simples fato "Não faça com os outros o que não quer que façam com você.", pelo menos pra mim, é esperar o melhor e se preparar para o pior. É nada mais e nada menos que ajudar e não esperar ser ajudado. Fazer o seu melhor sem esperar que reconheçam o seu trabalho, amar sem esperar ser amado, recompensar e presentear sem esperar nada em troca.
Agora eu pergunto, por quê é tão difícil querer ajudar? Por quê temos essa resistência com o que DEVE ser feito? Isso mesmo, em minha opinião, ajudar os outros é o DEVER DE TODOS. Por qual motivo então que não conseguimos ajudar uns aos outros? Falta amor. Nada menos que isso. Queremos ser amados, mas não amamos. Queremos todos os direitos, todos os privilégios, todos os prazeres, tudo do melhor e queremos que todos estejam dispostos à dar isso todos os itens acima, mas pensamos uma, duas, três, cinquenta vezes antes de fazer o mesmo pelos outros. Que fique claro que quando falo de amor, não falo de paixão. São dois assuntos diferentes, e vou deixar pra falar sobre eles por um ângulo alternativo para outro dia.
Amor. Amor de irmão, amor de amigo, amor de mãe, amor de pai, e etc. No dia em que valorizarmos mais o conjunto ao invés do individual, o amor emanará de dentro de nossos corações e - aos pouco - poderemos transformar o mundo em um lugar melhor. Por isso, gostaria de propor um desafio pra você querido leitor(a): abrace pessoas que você não costuma abraçar. Elogie alguém. Faça um ato de amor. Faça a diferença no dia das pessoas, nem que esse ato seja sorrir para desconhecidos no metrô e no ônibus, seja amoroso.
Obrigado por seu tempo, espero que você volte mais vezes.
Be Blessed
"E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
Este é o primeiro e grande mandamento.
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo."
Mateus 22:37-39
Assinar:
Comentários (Atom)




